Saber quanto custa um site é a primeira dúvida de quem decide colocar o negócio na internet, e a resposta honesta é que depende do que o site precisa fazer. Um site institucional de poucas páginas, uma landing page para anúncios e um projeto sob medida com integrações têm preços muito diferentes, porque exigem quantidades diferentes de trabalho, de texto, de design e de manutenção ao longo do tempo.

Este guia explica o que compõe o preço de site, separa os custos únicos dos custos recorrentes, apresenta faixas de referência de mercado e mostra como comparar orçamentos sem cair nas armadilhas mais comuns. A ideia é que o dono de um pequeno negócio consiga ler duas ou três propostas e entender exatamente o que está pagando em cada uma delas, antes de assinar qualquer contrato.

O que define quanto custa um site

O valor final de um projeto é a soma de horas de trabalho de várias pessoas: quem planeja a estrutura, quem escreve os textos, quem desenha as telas, quem programa e quem cuida do SEO técnico. Quanto mais páginas, funções e integrações, mais horas entram na conta. Por isso dois orçamentos para "um site" podem variar bastante sem que nenhum dos fornecedores esteja errado: eles simplesmente estão orçando entregas diferentes.

Na prática, cinco fatores explicam quase toda a variação de preço de site entre propostas. Vale conferir cada um deles no escopo antes de comparar valores, porque um orçamento mais barato pode estar deixando de fora justamente o item que traz clientes para a empresa:

  • Número de páginas: uma página única custa menos que um site institucional com páginas para cada serviço, sobre, contato e blog.
  • Textos: textos escritos para vender e para aparecer no Google exigem pesquisa e redação; quando o cliente entrega os textos prontos, o valor cai.
  • Design: um tema pronto adaptado é mais barato que um layout desenhado do zero para a identidade da marca.
  • Integrações: botão de WhatsApp, formulário ligado ao CRM, agenda online, pagamento e área do cliente acrescentam horas de programação e testes.
  • SEO: estrutura de títulos, velocidade, versão mobile, dados estruturados e cadastro no Google Search Console fazem o site ser encontrado, e não apenas existir.

Desses fatores, os textos e o SEO são os que mais costumam faltar em propostas baratas. Um site bonito sem textos pensados para o cliente e sem estrutura de busca vira um cartão de visita digital que pouca gente encontra. Se o objetivo é gerar contatos pelo Google, inclusive na sua região, vale ler o guia de SEO local para entender o que precisa estar no site desde o primeiro dia.

Custos únicos e custos recorrentes

Quando alguém pergunta quanto custa um site, normalmente está pensando só no valor da criação. Esse é o custo único, pago uma vez para planejar, escrever, desenhar e publicar. Mas todo site tem também custos recorrentes, que continuam enquanto ele estiver no ar, e ignorar essa parte é o motivo mais comum de sites abandonados, desatualizados ou fora do ar depois de alguns meses.

Os custos recorrentes principais são hospedagem e domínio. O domínio é o endereço do site, como seunegocio.com.br, registrado por um período e renovado periodicamente. A hospedagem é o servidor onde os arquivos ficam guardados e de onde o site é entregue a quem acessa. Somam-se a isso a manutenção (atualizações de segurança, backups, correções e pequenas mudanças de conteúdo) e, em alguns casos, licenças de plugins, temas ou ferramentas pagas.

ItemTipo de custoO que observar no orçamento
Planejamento, textos, design e programaçãoÚnicoQuantas páginas, quantas rodadas de ajuste e quem escreve os textos
DomínioRecorrenteRegistrado no nome e no CPF ou CNPJ do dono do negócio
HospedagemRecorrenteVelocidade, certificado de segurança (o cadeado do navegador) e backups
ManutençãoRecorrenteO que está incluído por mês e quanto custa uma alteração fora do pacote
Licenças de temas e pluginsRecorrente, quando houverQuem paga a renovação e o que acontece se ela não for paga

Para responder quanto custa um site de forma realista, some os custos recorrentes de hospedagem e domínio com a manutenção por um ou dois anos, e o custo total fica bem mais claro do que olhando apenas o valor de criação. Um projeto com criação um pouco mais cara e manutenção bem definida pode sair mais em conta, ao longo do tempo, do que um site barato que precisa ser refeito porque ninguém cuidava dele.

Quanto custa um site: faixas de referência de mercado

Não existe tabela oficial de preço de site no Brasil. As faixas abaixo são uma referência de mercado, genérica, para dar ordem de grandeza ao planejamento. Elas não são preços da F4GO e variam conforme a cidade, a experiência do fornecedor e, principalmente, o escopo. Use os números para entender se um orçamento está muito fora da curva, e não como valor fechado do seu projeto.

Tipo de projetoReferência de mercadoPara quem costuma servir
Site institucional simplesR$ 1.500 a R$ 6.000Prestador de serviço que precisa apresentar a empresa, os serviços e os contatos
Site sob medidaR$ 5.000 a R$ 20.000Empresas com muitos serviços, design próprio, integrações ou área restrita
Landing pageR$ 1.000 a R$ 5.000Campanhas de Google Ads e Meta Ads focadas em uma única oferta

A amplitude das faixas mostra por que a pergunta sobre quanto custa um site não tem um número único como resposta. Um site institucional com cinco páginas e textos entregues pelo cliente fica perto do início da faixa, enquanto um com dez páginas de serviço, textos escritos para SEO e integração com CRM se aproxima do topo. Na landing page, a variação vem do nível de redação persuasiva, dos testes e da integração com o rastreamento de anúncios. Para entender esse formato com calma, veja o guia sobre o que é landing page.

Construtor pronto ou site sob medida?

Construtores prontos são plataformas em que o próprio dono monta o site arrastando blocos, pagando uma assinatura mensal que normalmente já inclui hospedagem. Eles servem bem para começar com pouco dinheiro, testar uma ideia ou ter uma página simples no ar em poucos dias. O custo de entrada é baixo, mas a assinatura é permanente, e o tempo do dono do negócio para montar e atualizar também entra na conta, mesmo que não apareça no boleto. Nesse modelo, quanto custa um site depende basicamente do plano mensal escolhido.

O site sob medida, feito por uma agência ou por um profissional, cobra mais no início e entrega estrutura pensada para o negócio: textos, velocidade, SEO e integrações planejados para gerar contatos. Ele faz mais sentido quando o site é um canal de vendas, recebe tráfego de anúncios ou precisa aparecer bem no Google para buscas da região. A desvantagem de alguns construtores é que levar o site para outro lugar pode exigir refazer tudo, porque o layout fica preso à plataforma.

Uma forma simples de decidir é olhar para o papel do site nos próximos dois anos. Se ele vai ficar parado, apenas para quem já conhece a empresa, um construtor resolve. Se a ideia é investir em Google Ads, Meta Ads ou SEO para trazer clientes novos, saber quanto custa um site bem estruturado deixa de ser só uma despesa e passa a ser parte do custo de aquisição de clientes, e a estrutura faz diferença no retorno de cada real investido.

Como comparar orçamentos de site

Comparar orçamentos só pelo valor final é o erro mais comum de quem pesquisa quanto custa um site. Duas propostas com o mesmo nome, "site institucional", podem ter escopos completamente diferentes. O primeiro passo é pedir que todas descrevam o que está incluído com o mesmo nível de detalhe, para que a comparação seja entre coisas equivalentes e não entre promessas genéricas escritas de formas diferentes.

Um bom roteiro é colocar as propostas lado a lado e conferir os mesmos pontos em cada uma. Veja quantas páginas estão incluídas e quais são; quem escreve os textos; quantas rodadas de ajuste estão previstas; se o site é responsivo, ou seja, se funciona bem no celular; se há integração com WhatsApp e formulários; o que está previsto de SEO técnico; se a hospedagem e domínio estão incluídos e por quanto tempo; qual o prazo de entrega; e o que acontece depois da publicação, com suporte e manutenção.

Também vale perguntar como o fornecedor mede resultado. Um site feito para gerar clientes precisa de rastreamento de conversões, para saber quantas pessoas clicaram no WhatsApp ou enviaram formulário. Sem essa medição, não dá para saber se o investimento está voltando. Na F4GO, esse rastreamento faz parte do projeto, assim como relatórios para acompanhar os números, o que ajuda a ligar o site às campanhas de tráfego pago quando elas existirem.

Armadilhas que encarecem o site depois

A armadilha mais séria é ter o domínio registrado no nome da agência ou do profissional que fez o site. Nesse caso, a empresa usa um endereço que legalmente não é dela, e qualquer desentendimento pode deixar o site e até os e-mails fora do ar. O domínio deve ser registrado no CPF ou CNPJ do dono do negócio, com acesso ao painel de registro, e o mesmo cuidado vale para a conta de hospedagem e para as contas do Google ligadas ao site.

Outras armadilhas aparecem com frequência e quase sempre custam caro mais adiante. Muitas delas não estão escondidas de má-fé, mas simplesmente não foram perguntadas antes da contratação. Antes de fechar, confira se a proposta deixa claro como cada uma das situações abaixo é tratada:

  1. Site preso ao fornecedor: sem acesso ao painel, aos arquivos ou à hospedagem, qualquer mudança depende de quem fez o site.
  2. Manutenção sem escopo: mensalidade sem descrição do que inclui vira cobrança extra a cada pequena alteração.
  3. Textos copiados ou genéricos: conteúdo repetido de outros sites prejudica o SEO e não convence o cliente.
  4. Site lento no celular: boa parte das buscas por prestadores de serviço acontece no celular, e páginas pesadas perdem contato.
  5. Licenças em nome de terceiros: temas e plugins pagos no nome do fornecedor deixam de ser renovados quando a parceria acaba.

Todas essas armadilhas são evitáveis com um contrato simples e uma conversa direta antes de começar. Peça por escrito quem é o titular do domínio e da hospedagem, como será a entrega dos acessos e o que está incluído na manutenção. Esses detalhes pesam tanto quanto o valor na hora de decidir quanto custa um site de verdade, porque definem o custo de trocar de fornecedor ou de evoluir o projeto no futuro.

Landing page, site institucional ou os dois?

Muitos prestadores de serviço não precisam escolher entre um e outro. O site institucional apresenta a empresa, reúne os serviços, aparece no Google para buscas orgânicas e transmite confiança para quem pesquisa antes de contratar. A landing page é focada em uma única oferta, sem menus que distraiam, e costuma ser o destino das campanhas pagas, porque tende a converter melhor o visitante que chegou por um anúncio específico.

Uma estratégia comum é começar pelo site institucional e acrescentar uma landing page para cada campanha ou serviço principal. Quem vai começar pelos anúncios pode inverter a ordem: publicar a landing page primeiro, validar a demanda e depois construir o site completo. O guia sobre landing page de alta conversão mostra os elementos que mais influenciam o número de contatos que uma página consegue gerar.

Como a F4GO faz o orçamento de um site

Para saber quanto custa um site no seu caso, é preciso olhar o negócio antes. A F4GO não trabalha com tabela fixa. O orçamento é apresentado depois de um diagnóstico gratuito, em que avaliamos o objetivo do site, os serviços que a empresa quer vender, a concorrência no Google e o que já existe, como domínio, textos, fotos e redes sociais. Com isso, a proposta descreve as páginas, os textos, as integrações com WhatsApp, a otimização mobile e o SEO incluídos, sem itens escondidos.

Atendemos prestadores de serviço do Rio de Janeiro e de todo o Brasil de forma remota, com domínio, hospedagem e contas registrados no nome do cliente e sem contrato de fidelidade. Em negócios locais como BB Info Computadores, Bivolt e Automotive Piratininga, o site e as landing pages foram a base para as campanhas de anúncios. Conheça o serviço de criação de sites e peça seu diagnóstico pelo WhatsApp.

Perguntas frequentes

Quanto custa um site institucional simples?

Como referência de mercado, um site institucional simples costuma ficar entre R$ 1.500 e R$ 6.000, conforme número de páginas, textos e integrações. A F4GO apresenta orçamento após o diagnóstico gratuito.

Hospedagem e domínio estão incluídos no preço de site?

Depende da proposta. Hospedagem e domínio são custos recorrentes, pagos enquanto o site estiver no ar. Confira se estão incluídos, por quanto tempo e se ficam registrados no seu nome.

Landing page é mais barata que site?

Em geral sim, porque tem uma página só e foco em uma oferta. Como referência de mercado, fica entre R$ 1.000 e R$ 5.000, variando com redação, testes e integração com anúncios.

Por que os orçamentos de site variam tanto?

Porque cada fornecedor orça um escopo diferente: número de páginas, quem escreve os textos, design próprio ou tema pronto, integrações e SEO. Compare propostas item por item.

O domínio do meu site deve ficar no meu nome?

Sim. O domínio deve ser registrado no CPF ou CNPJ do dono do negócio, com acesso ao painel. Domínio no nome da agência deixa o site e os e-mails dependentes dela.